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domingo, 2 de agosto de 2015

26 semanas de gravidez: a barriga já pesa

Neste momento a barriga já pesa!
Já tive de comprar uma faixa (comprei a da prenatal), para me ajudar a suportar o peso da barriga, e que realmente me ajuda quando estou de pé ou quando tenho de andar de carro (a barriga não abana tanto com a trepidação do carro). Só não me dá jeito estar sentada/deitada com a faixa posta, porque me sinto apertada.

Na cama, já tenho de recorrer a almofadas para encostar à barriga, porque o peso da barriga também se faz notar quando estou deitada de lado e custa-me ter a barriga descaída, provoca algumas dores. Também me sinto muito pesada quando tenho de me levantar (do sofá, da cama) ou somente quando tenho de mudar de posição quando estou deitada na cama. Dantes era tão fácil rebolar para um lado ou para o outro durante a noite e nem acordava! Agora, sempre que mudo de posição durante a noite, acordo!
Tento sempre dormir para o lado esquerdo, que é o lado aconselhado pela enfermeira da MAC, porque...

  • se dormirmos para o lado direito, fazemos pressão com a barriga sobre a veia cava, que transporta o sangue venoso do abdómen e membros inferiores para o coração, logo estamos a impedir a circulação do sangue
  • se dormirmos de barriga para cima, o peso da barriga pressiona os nossos órgãos, o que também não é bom

Mas para adormecer muitas vezes tem de ser de barriga para cima, quando não consigo aguentar as dores que sinto permanentemente do lado direito, nas costelas. Depois durante a noite rebolo para a esquerda, quando as dores já aliviaram.

Para me levantar, a enfermeira da MAC ensinou-me a levantar de lado, fazendo força não com os abdominais, mas sim com a parte lateral do corpo, com a ajuda dos braços. Ajuda, sem dúvida, mas não é fácil, porque sinto-me tão pesaaaaaada!

Mas ainda não foi desta que deixei de vomitar... ainda esta semana vomitei por 2x, vómitos causados por cheiros que senti. Agora devo ter faro de cão.


sábado, 1 de agosto de 2015

O dilema dos infantários

Nesta semana, com 26 semanas de gestação, aproveitámos as férias do meu J e as minhas horas permitidas para sair, para irmos visitar infantários com berçário, porque é preciso garantir que os twins têm onde ficar enquando eu voltar ao trabalho, quando terminar a licença de maternidade.

E porquê procurar infantário tão cedo, se ainda nem nasceram?
Esta foi a pergunta que eu fiz, quando soube pelas minhas amigas que deveria procurar imediatamente por infantários. Infelizmente os infantários andam sempre muito cheios, sem vagas (pelo menos é assim aqui pela capital), o que nos obriga a procurar já, durante a gravidez, para garantir que temos vaga quando precisarmos dela, e para complicar precisamos logo de 2 vagas ao mesmo tempo.

Onde procurar, à volta do trabalho ou à volta de casa?
Foi o dilema seguinte com que nos deparámos.
Escolhemos procurar à volta do sítio onde moramos. Sítios à volta do local de trabalho também seriam uma hipótese a considerar, mas aí apenas daria jeito para um de nós, visto que trabalhamos em zonas diferentes da cidade. E se por acaso o destino quisesse que tivéssemos de trocar de trabalho, depois seria complicado arranjar infantário logo na hora.

IPSS's ou infantários privados?
IPSS's são Instituições Particulares de Solidariedade Social, onde o pagamento da mensalidade é indexada ao rendimento do casal de acordo com a declaração de IRS.
Ficámos em lista de espera para 2 IPSS's, uma delas até fica na nossa rua, mas as IPSS's têm o problema de só iniciarem em Setembro (e só precisamos para Setembro do ano que vem, nem sequer é no próximo Setembro, e já havia pessoas em lista de espera!), o que nos deixa com o problema de "onde vamos deixar os bebés desde que a licença de parentalidade termina, até chegar Setembro?". Mas tem como vantagem o horário: é óptimo estarem abertas até às 19.30 (nos infantários privados normalmente é preciso pagar um suplemento para conseguir este horário) o que é bom para quem trabalha na capital e tem de passar por vias com trânsito intenso para fazer o percurso casa->trabalho->casa, o que significa que nunca sabemos quanto tempo levamos a chegar a casa. E se houver acidente nessas vias, piora tudo e entope todas as estradas à volta e é um martírio conseguir regressar a casa. E os privados aproveitam-se disto, claro.

Muitos infantários fecham em Agosto. É mais uma das coisas a ter em conta quando se procura um infantário.

Vimos infantários privados, caríssimos, que até me dava vontade de dizer "eu quero andar aqui, isto é uma maravilha", mas por causa do preço ficam de fora da nossa lista de escolhas. Uma coisa é procurar vaga para 1 criança, e até se consegue fazer uma ginástica no orçamento familiar para pagar algo melhor e mais caro, mas logo para 2 ao mesmo tempo... não dá.

O nosso plano
Será entrar num infantário privado "acessível" (teremos de fazer inscrição num privado brevemente, só para garantir as 2 vagas que serão necessárias antes de sabermos se fomos colocados na IPSS) e se não conseguirmos entrar na IPSS, iremos continuar no privado e concorrer à IPSS todos os anos. Aos 4 anos, tiraremos partido da nova lei que garante o acesso ao pré-escolar no público, a todas as crianças.