segunda-feira, 23 de abril de 2012

3ª FIV/ICSI: Eco e análise Nº3

Hoje foi mais um dia de análises e eco na MAC.
Hoje as análises estavam cheias de gente. Demorei lá imenso tempo, apesar de continuar a chegar lá às 7.45. Às 8 é que começam a atender, mas as senhas verdes são prioritárias e eu só tenho direito à senha normal - azul.
Depois da rotina de tirar sangue para medir o nível de estradiol, lá fui à secção de PMA fazer a eco. Mais uma vez, estava tudo cheio e só eram 9 e qualquer coisa. A partir das 9.30 começaram a chamar para a eco e fui na 2ª ronda de pessoas chamadas. Desta vez foi a Drª Teresinha que me fez a eco e os ovócitos já estavam mais crescidinhos. O maior estava com 14 e o resto era menor que isso, mas já não me lembro dos valores.
À tarde ligaram-me e é para manter a medicação nas mesmas unidades e é para voltar no dia 25 de Abril, feriado em Portugal.

25 de Abril de 1974: Revolução dos Cravos

sábado, 21 de abril de 2012

3º FIV/ICSI: Início das picas da manhã

Ontem, dia 20, foi dia de análises e eco. Foi a Drª Graça que me fez a eco (a Drª que me fez a histeroscopia).
Tinha vários ovócitos com tamanho 10, 9 e 8 e vários com tamanho <7.
Sobre os resultados das análises não sei, mas quando fiz as análises pedi a senha no guichet para poder aceder via internet. Ainda não fui consultar. Mas suponho que esteja tudo ok.


No telefonema da tarde disseram para começar hoje com as injecções de Orgalutran de manhã. E assim arranquei com o esquema das injecções de manhã e injecções à noite (Puregon 100u).
A próxima eco+análises será na segunda-feira dia 23.

Entretanto, no trabalho aproveitei para ir aos Recursos Humanos perguntar sobre a aplicação da lei que nos permite ficar em casa com falta justificada e remunerada, mediante justificação médica, devido ao tratamento de PMA. Disseram que iam ver isso e que para a semana me diziam qualquer coisa.
Desta vez estou a planear não vou meter baixa, e usar esta forma que a lei permite, porque para ter a baixa é preciso levar a justificação médica ao centro de saúde (e perde-se uma manhã ou uma tarde nisto) e para além disso, os 3º primeiros dias de baixa não são pagos nem pela empresa nem pela segurança social.
Ou seja, metendo baixa, fica-se a perder €€ e se a lei permite ter faltas justificadas remuneradas devido a tratamentos de PMA, temos de o aproveitar e não sermos totós.

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Artigo da Revista Activa: Mantenha-se fértil durante mais tempo

Mais um artigo com informação boa para partilhar...

Se sonha ter um filho, mas adia constantemente essa decisão, torna-se necessário adoptar um estilo de vida saudável para que a sua fertilidade não seja afectada.


"Faz cada vez mais sentido falar de medidas de preservação da fertilidade", observa Daniela Sobral, especialista em Medicina da Reprodução "Os tratamentos de infertilidade são muito pesados a nível psicológico, financeiro e físico. Chegam a ter a dimensão de tratamentos oncológicos. Não compreendo que uma mulher se submeta a eles sem primeiro deixar de fumar e manter um IMC (Índice de Massa Corporal) saudável." Eis, então, os conselhos essenciais:

Mantenha-se longe do tabaco: Os cigarros envelhecem os tecidos e comprometem a vascularização dos ovários. O estrago é tanto que, uma mulher que fume 20 cigarros por dia, vê a sua fertilidade 10 anos envelhecida: aos 25 anos, terão as mesmas hipóteses de engravidar de uma mulher de 35.

Até querer engravidar, use dupla protecção: Pode até parecer um contra-senso dizer que o preservativo e a pílula ajudam a preservar a fertilidade. Mas não o é, nem em relações estáveis, como esclarece a especialista. "As infecções sexualmente transmissíveis (IST) podem provocar infertilidade. A clamídea, por exemplo, causa infecções que podem ser assintomáticas mas que podem bloquear as trompas e, aí sim, causar infertilidade. Isso não tem tratamento e a mulher só se apercebe quando tenta engravidar e não consegue. Se o homem tiver muitas infecções testiculares, isso compromete a qualidade do esperma." O uso do preservativo defende-nos das IST mas a pílula também ajuda na preservação da fertilidade. "Faz com que o ovário fique parado entre ovulações, previne a endometriose, quistos e cancro do ovário. Por si só, o contraceptivo não faz com que a mulher tenha problemas de fertilidade: uma mulher que tome a pílula vai engravidar mais tarde por causa da sua idade, e não por causa da toma. Mas tem de ser conjugada com o preservativo para ser eficaz."

Mantenha um bom IMC: Segundo Daniela Sobral, "o ideal é mantê-lo em níveis saudáveis. Acima dos 27 e abaixo dos 19, a Natureza impede ou dificulta a ovulação. Tanto um IMC baixo ou alto comportam riscos enormes durante a gravidez: há taxas maiores de aborto espontâneo, morte in utero, prematuridade e complicações durante a gravidez. Mas as mulheres aceitam mal ser chamadas à atenção por causa do peso." Investigadores do St. Mary's Hospital de Londres descobriram que as mulheres obesas têm 60% mais de hipóteses de repetir um aborto espontâneo do que as de peso normal.

Um copo de vinho não lhe faz mal: Para as mulheres considera-se um consumo moderado de álcool a ingestão de uma ou duas unidades por dia (uma unidade é um copo de vinho ou meia caneca de cerveja). Para os homens, ultrapassar as três a quatro unidades por dia pode afectar a qualidade do esperma.

Experimente a acupunctura: Esta terapia centra-se na activação de pontos ligados com o útero e ovários, bem como daqueles que induzem ao relaxamento. Há alguns anos, vários estudos científicos comprovavam que a acupunctura aumentava ligeiramente as hipóteses de conceber, quanto mais não seja por que é eficaz a baixar os níveis de stresse e ansiedade atingem as mulheres que tenta engravidar.

Fique longe de poluentes ambientais: A exposição a pesticidas, mercúrio e químicos como os ftalatos, presentes nos plásticos, pode estar a atingir negativamente a fertilidade humana. Todos os recipientes de plástico para armazenar comida devem ter um triângulo, em baixo, com um número: os especialistas dizem para evitarmos os 3, 6 e 7 e aconselham não aquecermos comida no microondas em recipientes feitos de plástico.

Por: Cristina Correia/ACTIVA
26 Março 2010, às 13:15

Em: http://activa.sapo.pt/belezaesaude/saude/2010/03/26/mantenha-se-fertil-durante-mais-tempo

Artigo da Revista Activa: Estamos a ficar menos férteis?

Acho importante partilhar este artigo...

O adiar da maternidade, estilos de vida pouco saudáveis, mas também o que comemos e a poluição que nos rodeia estão a afectar a fertilidade de homens e mulheres. Saiba porquê e como reverter a tendência.


Crê-se que um em cada 10 casais portugueses tenha problemas em conceber - as estatísticas mundiais rondam os 15% da população.

Segundo a Sociedade Portuguesa de Medicina de Reprodução, são 500 mil indivíduos em idade fértil e cerca de 10 mil novos casos por ano. "Aparecem mais pessoas à procura de tratamentos de fertilidade", confirma Daniela Sobral, especialista em Medicina Reprodutiva no Hospital dos Lusíadas (Lisboa) e membro da Associação Portuguesa de Fertilidade. Um facto que não é alheio às mudanças sociais: hoje, os casais têm acesso ao planeamento familiar, querem estabilizar a vida profissional e financeira antes de se lançarem na aventura da paternidade; as mulheres planeiam ter menos filhos e mais tarde, o que compromete o pico da fertilidade. Para uma mulher saudável, ele acontece, em média, pouco depois dos 20 anos, justamente a altura em que mais evitamos filhos.

Mas, mesmo que nada tivesse mudado a nível social, os especialistas acreditam que não temos hoje o mesmo potencial de fertilidade dos nossos avós. Porquê?

Uma hipótese em cinco
"Para começar, não somos uma espécie muito fértil", revela Daniela Sobral. "Um casal perfeitamente fértil, que tenha relações durante a ovulação, tem apenas 20% de probabilidade de engravidar." Porquê tão pouco? Primeiro, nada garante que óvulo e espermatozóide se encontrem. E, mesmo quando se encontram, muitas gravidezes nunca vão avante - a taxa pode chegar aos 60% em cada mulher - ou porque a implantação no útero não aconteceu da melhor maneira ou por alterações cromossomáticas. "É um controlo de qualidade da Natureza. A mulher nem se apercebe que esteve grávida. Mas, ao final de um ano de relações sexuais, normalmente 90% dos casais consegue uma gravidez. É por isso que só falamos em infertilidade quando um casal tem relações sexuais regulares e desprotegidas há mais de um ano sem conseguir conceber."
A infertilidade trata-se sempre no âmbito do casal e nunca em indivíduos isolados - são preciso dois para dançar tango; para conceber também. "Os casos de infertilidade - ou esterilidade, como se chamava antes - são raríssimos", explica-nos Daniela Sobral. "O que temos mais são casos de subfertilidade, ou seja, um pouco menos de capacidade de conseguir uma gravidez e mais demora a conceber."
Actualmente, segundo a especialista, crê-se que cerca de 40% das causas de infertilidade estejam ligadas à mulher, 40% ao homem, havendo ainda 10% de infertilidade mista (presente em ambos os parceiros). Os restantes 10% são de causa desconhecida.

O factor idade
A idade em que a mulher planeia engravidar é principal causa isolada para a subfertilidade. Injusto mas, quando julgamos ter mais maturidade e a vida mais estabilizada para criar um filho, a Natureza troca-nos os planos.
Quando nascemos, já trazemos todos os ovócitos que teremos disponíveis para o resto da vida. "Não há renovação; é aquela quantidade e não há mais", explica Daniela Sobral. "Quando a mulher chega a uma certa idade tem um número menor de ovócitos, para além da qualidade também ser menor. Alguns estudos apontam para o facto de os primeiros ovócitos a serem seleccionados serem os de melhor qualidade." Assim sendo, o nosso organismo começará a seleccionar para a ovulação o melhor material genético, desde a primeira menstruação. "Faz sentido que assim seja. É uma selecção de qualidade da Natureza. Se tivesse uma empresa, quem recrutaria primeiro: os melhores ou piores candidatos?" Esta diminuição da qualidade e quantidade começa cedo, ainda antes dos 30 anos, atingindo uma queda acentuada a partir dos 38. "É claro que esta idade varia de mulher para mulher: em algumas só se regista aos 40, em outras, aos 32. Até aí, há uma descida lenta e gradual, mas a partir dos 38, a queda é a pique."

Os homens estão mais inférteis
Mas são os homens quem parece manifestar resultados mais preocupantes no capítulo da infertilidade e os cientistas crêem que isso se deve a factores ambientais, como poluentes e alimentação. Vários estudos mundiais confirmam que a concentração e mobilidade dos espermatozóides diminuiu nos adolescentes de hoje. Em condições normais, um homem produz 100 milhões de espermatozóides por ejaculação. Se produzir menos de 20 milhões, considera-se que a sua fertilizada está seriamente comprometida. "Num estudo recente feito com rapazes de 18 anos, descobriu-se que um em cada cinco é subfértil. Isso pode ter a ver com diversos factores, ambientais ou de alimentação", informa Daniela Sobral.
Nos últimos anos, o aparecimento de patologias como a doença das 'vacas loucas' fez-nos alterar hábitos alimentares. Os homens que substituíram carne e leite de vaca por soja e seus derivados - e os consumem regularmente - podem ter alterado os seus padrões de fertilidade, segundo Daniela Sobral. A soja contém estrogénios naturais, hormonas mais presentes nas mulheres. "Por outro lado, também a carne de vaca e lacticínios, bem como frango, estão cheios de outras hormonas. São fenómenos recentes e ainda não há muitos estudos aprofundados mas começa a ser preocupante."
Nos homens, a renovação de esperma dá-se a cada dois ou três meses. "Há muitas coisas que podem interferir na qualidade e produção de espermatozóides. O aumento da temperatura testicular é um deles. Um homem que tenha estado com febre terá a qualidade do seu esperma alterada. Se trabalhar em condições que façam aumentar essa temperatura, também. É o caso de cozinheiros, ferreiros, motoristas de longo curso, praticantes de BTT, mas também quem faz banho turco ou sauna duas ou três vezes por semana, usa o computador portátil no colo ou calças e cuecas muito justas."

Por: Por Cristina Tavares Correia
29 Março 2012, às 18:33
Em: http://activa.sapo.pt/belezaesaude/saude/2012/03/29/estamos-a-ficar-menos-ferteis

segunda-feira, 16 de abril de 2012

3ª FIV/ICSI: Início das injecções de Puregon


Hoje estive na MAC, para fazer as primeiras análises e fazer eco, mesmo sem começar com as injecções.
Deve ser para terem valores de referência para o que é considerado normal em mim, acho eu.
Tinha 25 ovócitos do lado direito e ainda mais uns quantos por contar, e perto de 20 do lado esquerdo, prontinhos a amadurecer neste novo ciclo de tratamentos.

Finalmente entrou em vigor a lei na MAC, que isenta os utentes da PMA do pagamento de taxas moderadoras. E assim não me pediram o pagamento das análises, nem da eco nem da consulta.
Agora vou tratar de ser ressarcida do que já foi pago desde o início de Janeiro de 2012, data em que entrou em vigor a lei que isenta o pagamento.

De tarde ligaram-me a dizer que hoje podia começar as injecções, com 100u de Puregon à noite, e para voltar lá dia 20 para mais uma eco e análises.

E é assim que se marca o início da 3ª FIV/ICSI.

domingo, 15 de abril de 2012

MAC: Consulta de Ensino


No dia 2 de Abril foi a consulta de ensino na MAC.
Pela 1ª vez naquela instituição, fomos atendidos à hora que tinha sido marcada: 9h!
No entanto, não era uma consulta médica, era uma marcação com a enfermeira para a consulta de ensino.
Ali, ao contrário dos Lusíadas onde é o médico que explica o tratamento, é a enfermeira que nos explica que quando aparecer a menstruação, tenho de ir fazer as análises, e depois ir fazer a eco, e que podemos escolher se queremos receber um telefonema ou se queremos ir lá levantar o resultado.
Deu-me a caneta do Puregon, ensinou a usá-la (o que eu já sabia), explicou que não é preciso deitar a dose mínima fora por causa do ar, porque a caneta é sempre aplicada de forma a que o ar não entra e caso entre, como a injecção é aplicada na prega, não há problema nenhum se entrar ar.
Também nos disse que a dose de Puregon traz sempre mais 100 unidades que aquilo que vem marcado na embalagem e que existem à venda doses pequeninas de Puregon caso falta por ex, 50 ou 100 unidades para tomar uma última injecção, logo não é preciso comprar uma dose maior.
Também nos deu a dica de que a farmácia do Hospital de Santa Maria está aberta 24h e que costumam ter lá sempre medicação em stock, caso seja preciso comprar em situação de urgência e escusamos de ir a farmácias ouvir que não têm stock e que é preciso pedir.
Gostei muito da enfermeira, era espanhola mas tentava falar português e percebia-se perfeitamente bem, sempre atenciosa a qualquer dúvida que íamos tendo.

Deixei de tomar a pílula, que tomava por indicação médica, no dia de Páscoa, dia 8 e na sexta dia 13 de Abril lá me apareceu o dito cujo.
Na próxima 2ª feira lá estarei na MAC para a minha 1ª de muitas análises e eco! Depois dizem-me se começo com as injecções na 2ª ou 3ª feira.

Está quase a começar mais uma batalha. Tenho esperança de que seja desta.
Wish me luck!

sexta-feira, 16 de março de 2012

Histeroscopia parte 2

Hoje voltei à MAC para fazer de novo a histeroscopia, sobre a qual falei na sexta-feira passada, mas desta vez com uma preparação que me foi indicada.

Fiz a tal preparação que me indicaram, para hoje estar com os canais dilatados e conseguir-se ver tudinho o que havia para ver.
Mais uma vez, o exame não foi fácil.

A tal preparação consistia em colocar uns comprimidos na vagina à noite, um na véspera e outro na antevéspera.
Logo com o 1º comprimido correu-me mal. No papel da preparação do exame dizia para humedecer ligeiramente o comprimido, partir ao meio e inserir as duas metades.
Mal molhei o comprimido, desfez-se todo na minha mão. Sh*t!!



Peguei no 2º comprimido, que seria do dia seguinte, e usei esse, sem o humedecer. Passei uma noite horrível cheia de dores tipo menstruais fortes. Mas assim fiquei com um comprimido em falta, o do dia seguinte, ou seja, o de ontem. Ontem ainda andei às voltas para arranjar uma receita para comprar o comprimido, porque os outros tinham-se sido oferecidos na MAC. Consegui comprar, mas foi um stress para o conseguir.



A enfermeira hoje perguntou-me como é que eu me tinha sentido com os comprimidos e ela disse-me então que isso era bom sinal, porque significava que estava com as trompas permeáveis. Ok, menos mal.

Antes de iniciar o exame, somos "convidadas" a inserir um supositório de Buscopan no rabiosque. Não sou fã de supositórios, mas o que tem de ser tem muita força.

Na semana passada não levei o supositório comigo para a MAC porque ninguém me tinha dito que era para levar. Mas como desta vez já estava alerta que era preciso levar um, esta semana comprei uma caixa deles e pude levar o meu. Depois ofereci metade da caixa para a gaveta dos supositórios, que a enfermeira dá a quem não leva ou não tem posses. Foi a minha boa acção do dia.

Desta vez tinha 3 estudantes de medicina a fazer de plateia e foi um deles que fez o início do exame, trocando depois para as mãos da Dra Graça, que também é muito querida, assim como a enfermeira simpática que parece a Dra Bailey e a auxiliar. Esta equipa é 5*.

Durante a realização do exame, tornou a ser difícil para mim, porque voltei a sentir dor, desta vez numa altura mais avançada do exame. Tive bastantes dores acompanhadas de suores frios, calores, e só desejava que o exame acabasse rapidamente.



A Dra disse-me para espreitar para o monitor quando finalmente a câmara chegou ao sítio desejado, depois de muitos instrumentos terem sido usados no meu interior, tipo cirurgia, vi a minha cavidade uterina e é linda, cor de rosinha, sem nada de anormal por lá.

No final do exame, quando me estava a limpar do sangue que saiu, vi que saiu uma bolinha de massa de cerca de 2cm. Acho que seria o "baby" que deve ter sido expulso.

E assim estou de repouso durante o dia de hoje, para parar as dores e a hemorragia.

Abril, mês da Liberdade, será o mês da nova FIV.