terça-feira, 23 de julho de 2013

Informação útil: quando temos um animal e vai chegar um bebé

Ainda não é o caso, mas ao ler este texto no facebook, tive de o partilhar aqui, para que quem tem um animal (nós temos um cão) saiba o que fazer, para que o animal se adapte à nova rotina da chegada de um bebé. Abandonar um animal não é solução, muito menos entregar o animal num canil/gatil que é o mesmo que entregar o animal ao corredor da morte: nos canis/gatis, os animais são abatidos dentro de pouco tempo se ninguém os adoptar. Nestes sítios os animais ficam deprimidos, adoecem com muita facilidade, o que lhes dá direito a abate imediato. Por isso, ao ter um bebé, não se livre do seu animal!

Mas voltando ao tema, o que se deve fazer quando temos um animal e vai chegar um bebé.

O bichinho é que deverá se adaptar às mudanças que virão. Com paciência e boa vontade, ninguém sairá a perder.
• Se o animal tiver que abrir mão de um espaço da casa, comece a adaptação antes do nascimento do bebé. Assim, o novo membro da família não será recebido como concorrente.
• Ofereça algo em troca do que tiver que ser tirado ao animal. Se ele não puder continuar a dormir na cama, por exemplo, ofereça uma almofadinha nova bem confortável.
• Lave as mantinhas ou almofadas do animal com o mesmo tipo de sabonete que usará no banho do bebé. Assim, o cheirinho do bebé vai se tornando familiar.
• No dia da chegada a casa do bebé pela primeira vez, ofereça um presente ao animal. Pode ser algo simples e baratinho, como um petisco que ele goste muito. É o momento de relacionar o bebé a coisas positivas.
• Após o nascimento da criança, passe a oferecer alguns mimos ao animal com mais frequência que antes. Brinquedos, arranhadores aos gatos, almofadinhas, casinhas novas ou mesmo alguns momentos extra de brincadeira com alguém da família, são boas opções.
• Nunca repreenda o animal com o bebé por perto. O recém-nascido só deverá ser associado a coisas agradáveis. Assim, na presença do bebé, encha o animal de carinho e palavras dóceis.
• Por mais fiável que seja o animal, nunca o deixe com crianças novinhas sem supervisão.
• Incentive a boa convivência entre crianças e animais desde a mais tenra idade.
• Dê ao animal carinho, afagos, atenção, muito amor e nunca o abandone.

Fonte: Animadomus

quarta-feira, 10 de julho de 2013

5ª FIV/ICSI: Teste do betaHCG

Ontem, dia 9 de Julho, foi o dia de fazer a análise do beta HCG, para se ver se seria desta que o tratamento teria resultado. Pessoalmente não tinha muita esperança que desse certo, com uns embriões tão maus, com muita falta de qualidade, mas no fundo, bem no fundo, tinha a esperança secreta de que pudesse ser uma das poucas pessoas que conseguem uma gravidez, mesmo com maus embriões (com cerca de 40 a 50% de fragmentação).

À esquerda, um embrião do tipo A, com todas as divisões correctas.
À direita, um embrião do tipo D, muito fragmentado, de má qualidade.

Fomos logo pela manhãzinha, a chegar às análises da MAC às 7.45 e consegui ser a 2ª pessoa das senhas azuis (as verdes são as prioritárias). A analista foi uma querida, era uma rapariga novinha mas com muito jeito para tirar sangue. Espetou a agulha com muito cuidado, mal se sentiu a furar, também foi muito delicada ao tirar a agulha e até fez pressão com o dedo para não sangrar do braço (e evitar a nódoa negra). Depois fomos lá acima ao 2º andar avisar que o beta estava feito e aproveitei para entregar a medicação não usada que me sobrou do tratamento, para que outras utentes possam usar.
De seguida, fomos trabalhar.
Cerca das 14h30 recebo o telefonema da enfermeira Belém (a espanhola) a dizer que tinha más notícias, (pronto foi mais um negativo) e aproveitou-se para deixar o pedido de marcação da consulta para falar com a Dra Graça sobre o tratamento. Hoje já não adianta continuar a colocar as bolinhas de Utrogestan.


Como este foi o 2º tratamento realizado pelo Estado, ainda tenho direito a mais 1, a ser realizado daqui a 1 ano.
Entretanto, iremos fazer novo tratamento, lá para o final do ano, noutro lado. Talvez vá à IVI (com o Dr Sérgio) ou à Cemeare (com a Dra Maria José), porque gostava de ouvir opiniões de outros médicos sobre o que fazer, para além do que já ouvimos nos Lusíadas e na MAC.

Até lá, resta esperar pelo milagre de uma gravidez espontânea.


terça-feira, 9 de julho de 2013

Notícia: Fertilizacao mais fácil e barata

Nova tecnologia é mais barata e permite aumentar as hipóteses de gravidez.

Um novo método, apresentado ontem por cientistas da Universidade de Oxford, Inglaterra, promete baixar os custos da fertilização ‘in vitro’ (FIV) e aumentar as hipóteses de gravidez.
A técnica baseia-se na triagem genética de embriões antes da implantação. O sequenciamento de genes para selecionar um embrião viável para FIV já resultou no nascimento de um bebé saudável, em junho. O segundo parto está para breve.
A FIV, processo através do qual um óvulo é fertilizado em laboratório, tem uma taxa média de sucesso de cerca de 30%, ou seja, uma em cada três tentativas de FIV resulta num bebé, já que as anomalias no DNA de um embrião são comuns. O método utiliza tecnologia atualizada que permite revelar doenças hereditárias, anormalidades cromossomáticas e mutações. "Este método vai ajudar-nos a identificar os embriões com as melhores possibilidades de produzirem uma gravidez viável", explicou o cientista Dagan Wells.
"Trata-se de um aperfeiçoamento que resulta em mais informação. Aguarda-se a validação da técnica para que se possa aplicar em Portugal", disse ao CM Alberto Barros, professor catedrático e responsável pelo Centro de Genética da Reprodução.

Artigo original em:
Fertilizacao mais fácil e barata

quinta-feira, 4 de julho de 2013

Cartão CGD Pré-Pago "My Baby"


Enquanto espero pelo dia do beta, que será no próximo dia 9 de Julho, venho aqui mostrar mais um dos cartões de desconto da CGD (tal como o Cartão HPP Identificação). Este é o Cartão My Baby (disponível com ou sem vertente de crédito), que permite obter variados descontos na compra das coisinhas para o bebé, entre os quais e passo a citar (do site da CGD).
(...) dá acesso a vantagens exclusivas nos Hospitais HPP Saúde:
Oferta da estadia para acompanhante (familiar) nos internamentos por parto
Unidades HPP Saúde: HPP Hospital dos Lusíadas (Lisboa) e HPP Hospital da Boavista (Porto)
Desconto no Kit e na Crio-preservação de Células Estaminais (Kit de recolha para células estaminais: 30 € + IVA. Desconto de 5% no valor global da aquisição da criopreservação sobre o preço de tabela que estiver em vigor na data da aquisição), mediante pagamento pelo cartão Made By.
Unidades HPP Saúde: HPP Hospital dos Lusíadas (Lisboa) e HPP Hospital da Boavista (Porto)
NOTA: Para usufruir do desconto os Clientes devem contatar diretamente a Bebé Vida, informar que o bebé irá nascer nas unidades HPP indicadas e agilizar a encomenda do kit / serviço de criopreservação, no âmbito do protocolo existente entre a HPP Saúde e a Bebé Vida.
10% de desconto no Curso de Preparação para o Parto, mediante pagamento pelo cartão Made By.
Unidades HPP Saúde: HPP Hospital dos Lusíadas (Lisboa) e HPP Hospital da Boavista (Porto)

Compras on-line, descontos e outras promoções
Poderá fazer as suas compras na loja on-line da Caixa, acessível através do Caixadirecta on-line, onde encontrará o Carro de Passeio, as Cadeiras Auto, a Alcofa, a Cama de Viagem da marca Römer, entre outros artigos bastante úteis. Com o cartão My Baby terá ainda acesso a descontos em parceiros que vão agradar a si e ao seu bebé. Os descontos são efectuados em lojas de vestuário ou calçado, puericultura, brinquedos, espaços de diversão e lazer, entre muitos outros.

quinta-feira, 27 de junho de 2013

5ª FIV/ICSI: Transferência


Hoje a bióloga ligou às 9.45 (como estamos de férias, ainda estávamos na cama).. o meu coração disparou logo porque vi que o número de telefone vinha da MAC e tive muito receio do que ia ouvir. Ela disse que os 3 embriões estavam com muito má qualidade e que precisavam de ir já para o útero, por isso havia uma decisão a fazer da nossa parte: esperar por amanhã para ver se melhoravam ou transferir já.  Claro que pedi para transferir já. E assim se agendou a transferência dentro de meia hora, para as 10.15. Levantámos-nos num instante e fomos para a MAC. Comecei logo a beber imensa água para encher a bexiga até lá - bebi 1 litro em menos de meia hora e quando lá cheguei ainda não tinha vontade de ir ao wc, mas avisei a quantidade que bebi e que não sabia se a água já estaria a chegar à bexiga.

Chegámos à MAC e estava tudo muito calmo. Muita gente tinha feito greve (hoje é dia de greve geral) e por isso não havia marcações para hoje (um dos motivos para terem inicialmente agendado a transferência dos embriões para amanhã).

Chegámos à FIV e não havia recepcionista, nem ninguém no corredor. Tivémos de ir à procura de quem lá estivesse para dizer que nos chamaram para a transferência. E assim se reuniu a equipa num instante: a bióloga, a Dra Sofia e a outra médica (ou estagiária, ainda não percebi bem se já é médica, porque ela é muito novinha, parece uma estagiária da Anatomia de Grey, a Dr. April Kepner - Sarah Drew). Elas foram todas muito simpáticas e prestáveis, eficientes. Gostei muito da equipa.

Dr. April Kepner, Grey's Anatomy, papel interpretado por Sarah Drew

A bióloga falou connosco a dizer que quando ligaram só tinham classificado 1 embrião com 40% de fragmentação e que quanto aos outros 2, tinha muitas dúvidas se seriam embriões ou não. Mas entretanto, ela já tinha ido ver novamente e temos 2 embriões com 40% de fragmentação e um 3º muito duvidoso (acima de 50%). Ela não podia decidir se seriam transferidos 2 ou 3, porque isso é decisão da médica, mas que só costumam transferir 3 quando a mulher tem acima de 37 anos.
Fui logo para o balneário preparar-me, despir da cintura para baixo, vestir a bata, pôr a touca na cabeça e pôr os "pezinhos". Depois fui logo para a sala de transferência e a Dra Sofia apareceu a dizer que tinha decidido transferir os 3, por causa do 3º ser tão mauzinho e que valia a pena correr o risco (o risco é sair uma gravidez de trigémeos).
A Dra Sofia estava muito simpática mais uma vez, com sorrisos, a desejar boa sorte, a dar conselhos, gosto muito dela assim com esta atitude.
Talvez tenhamos tido o azar da nossa primeira consulta com ela há 1 ano atrás, ela estar nessa altura com algum problema que se reflectisse na sua personalidade e esta seja a sua faceta simpática e bastante humana que tenho tido a sorte de encontrar.
E assim a Dra Sofia fez a transferência, a bióloga (Dra Catarina) foi buscar os embriões e a "Dra April" esteve a ajudar com o ecógrafo, colocar o gel na barriga. Tudo 5*.
Posso fazer vida normal, ir à praia (a temperatura da praia não influencia negativamente) e no mar molhar só até aos joelhos (para que a progesterona não saia para o mar, pela mesma razão pela qual não se devem fazer banhos de imersão) e agora resta fazer as análises (beta) dia 9.


Já estou PUPO (Pregnant Until Proven Otherwise - Grávida até prova em contrário), que é como dizem nos fóruns americanos, para designar este estado entre a transferência dos embriões e o beta hCG.

quarta-feira, 26 de junho de 2013

5ª FIV/ICSI: Telefonema da Bióloga

Desta vez a bióloga ligou bastante tarde, ao meio dia, enquanto que das outras vezes costumava ter novidades logo pela manhã. Comecei a ficar preocupada, durante toda a manhã, sem novidades da bióloga
.

O telefonema chegou com as novidades: dos 12 recolhidos, só 5 estavam maduros e daqui só 3 geraram embriões. A transferência ficou agendada para a próxima 6ª feira (vai ser uma transferência de 3º dia)

Só 3 embriões? Fiquei desolada, bastante triste, num pranto que ainda não consegui travar, porque não acredito que resistam até ao dia da transferência.


Estatística sobre mim própria:
1ª FIV/ICSI (onde houve hiperestimulação, não houve transferência devido aos riscos, e foi tudo congelado para se fazer uma TEC):
22 ovócitos recolhidos na punção
12 estavam maduros
8 embriões gerados
5 embriões congelados
2 transferidos (os 2 melhores dos 5)

2ª FIV/ICSI (em risco de hiperestimular, estradiol no valor limite):
10 ovócitos recolhidos
7 estavam maduros
5 embriões gerados
4 embriões no 1º dia
1 transferido (o único resistente)

3ª FIV/ICSI (só recolheram de 1 ovário, o outro tinha o intestino à frente):
6 ovócitos recolhidos
5 maduros
4 embriões gerados
4 embriões no 2º dia para a transferência ( 2 com 35% de fragmentação e 2 com mais de 50% de fragmentação)
2 transferidos (os 2 melhores, os restantes não tinham qualidade para congelar)

4ª FIV/ICSI
11 recolhidos
7 maduros
7 embriões gerados
5 embriões no 1º dia
4 embriões no 2º dia
2 transferidos (os 2 melhores, os restantes não tinham qualidade para congelar)

5ª FIV/ICSI
12 recolhidos
5 maduros
3 embriões gerados
?

terça-feira, 25 de junho de 2013

5ª FIV/ICSI: Punção!

Depois de ter seguido à risca todas as instruções sobre as restantes picas, preparação, e de me ter assegurado, com a ingestão de muita verdura, de que os meus intestinos não me iam trair desta vez como na 3ª FIV/ICSI, chegámos ao dia da punção.


Tal como recomendado, nada de unhas pintadas, nem cremes nem desodorizante nem produtos de cosmética, porque os óvulos são muito sensíveis aos cheiros. Como das outras vezes costumava tomar uma banhoca de manhã antes de ir para lá, desta vez antecipei a banhoca para ontem à noite, para evitar mais um cheiro: o do gel duche e champô (não recebi nenhuma recomendação sobre isto, foi da minha iniciativa). Não custa tentar, pelo menos senti que fiz algo de diferente e pode ser que faça diferença.
Não tomei o pequeno almoço, por causa do jejum, e a última vez que comi foi ontem à noite às 23.30. Bebi uma caneca de leite morno e um pacotinho de 4 ou 5 bolachas de água e sal.

Às 8h, lá estávamos nós à porta da MAC (a MAC só abre às 8h) conforme nos tinha sido solicitado e quando abriu, lá subimos nós ao 2ª andar, onde fica a unidade de FIV.
Primeiro chamaram o meu marido para ele ir fazer a parte dele. A seguir fui eu.
Fomos o primeiro casal a serem chamados para as punções, tal como eu desconfiava, pela hora a que me tinham mandado dar o Ovitrelle e a hora do início do jejum: foi meia hora mais cedo que o normal. Costuma ser o Ovitrelle às 22h e jejum a partir de meia hora e desta vez deram-me horários meia hora mais cedo.
Lá segui o ritual de: colocar a roupa no cacifo, vestir a bata com a abertura para a frente, calçar as meias, calçar as botinhas para calçar no bloco, colocar a touca para segurar o cabelo, vestir o roupão e esvaziar a bexiga. Ir de chinelos até à entrada do corredor que dá acesso ao bloco e quarto de recobro, deixar os chinelos aí à porta.. ir para o quarto do recobro para colocar o soro e aguardar que me chamassem para ir para o bloco. Toda a gente é muito simpática, tal como foram na altura da minha 1ª FIV/ICSI ali, tanto enfermeiras, como auxiliares, são todas impecáveis e preocupam-se com o nosso bem estar.
Entretanto a 2ª menina que ia fazer FIV também entrou no quarto (que tem 2 cadeiras e 2 camas) para colocar o soro e levaram-me para o bloco.
Mais uma vez, prenderam-me as pernas por causa dos movimentos involuntários, amarraram-me os braços (pelos mesmos motivos) colocaram o medidor de tensão, o oxímetro e a monitorização do batimento cardíaco. Restava que a médica chegasse ao bloco para começar a "festa", pelo que decidi fechar os olhos e concentrar-me na minha respiração para ver se descontraia.
Chega a Dra Graça, a anestesista começa logo a dar a anestesia e o meu corpo começou a ficar dormente, a apagar-se, ainda faço um sorriso à Dra Graça que se senta à minha frente entre as minhas pernas abertas e puff, comecei a ver tudo zonzo e apaguei.


Acordei no quarto do recobro bastante cedo, eram umas 9.30 (havia lá relógio), a outra menina ainda não tinha regressado do bloco e um dos senhores que ia para o bloco a seguir estava a entrar no quarto, com o seu roupão turco amarelo (igual a um que eu tenho), para lhe colocarem o soro. Havia sempre gente (enfermeira ou auxiliar) a entrar no quarto para verificar como estava. Levantaram-me a encosto da cama, das costas, para o corpo ficar mais direito e depois da outra menina ter regressado do bloco e de o senhor ter ido para lá, passaram-me para a cadeira onde me serviram o pequeno almoço. Lá veio a bela da torradinha e do chá (eu estava esfomeada e comi tudo num instante). A cama onde eu estava teve a roupa trocada, feita novamente e levada para o bloco para trazer o senhor. Enquanto tomava o pequeno almoço, chamaram o próximo senhor, que ficou sentado na cadeira ao meu lado à espera que lhe colocassem o soro. Para os senhores, estavam a preparar saquinhos com gelo para porem nos tintins.

E pronto, depois do pequeno almoço tomado e de terem visto que eu estava ok depois de comer, lá me deram autorização para ir ao vestiário vestir a minha roupinha, com a ajuda do marido que já me esperava no corredor. Estava com algumas tonturas a andar, pelo que ia sempre apoiada em alguém, ao andar.
A seguir, tinhamos de esperar para ser chamada para eco, para a Dra Graça verificar se estava tudo bem, ser chamada pela enfermeira, para me retirar a agulha do soro (que ainda tinham mantido caso fosse preciso novamente, se me sentisse mal) e de sermos chamados pela bióloga que nos daria algumas informações sobre o material recolhido.

De mim, recolheram 12 óvulos e de acordo com o procedimento, será necessário verificar quais estão maduros e só esses são elegíveis para serem fertilizador. Dele, bem, teve uma colheita de 13 milhões! Ficámos boquiabertos com um valor destes, sobretudo depois de termos tido somente 70mil numa das ICSIs feitas e ter oscilado entre os 2 e os 6 milhões, e novamente 2 milhões. Mas a mobilidade baixou, não me lembro de qual foi o valor. Deve ter sido o efeito do Trental, que o meu marido toma há cerca de 2 meses, sob prescrição do Dr Tiago Rocha (andrologista dos Lusíadas) a título experimental, para ver se ajudava através da dilatação das veias. Parece que ajudou qualquer coisa, pelo menos na quantidade!

Próximos passos:
Agora aguardamos que amanhã a bióloga nos telefone a informar como correu o namoro dos óvulos com os espermatozóides e nos diga quantos embriões temos. Se tudo correr bem, deveremos regressar à MAC na 5ª feira. Vamos a ver...